Num país com cerca de 140 ou 170 mil habitantes, conhecer as suas verdadeiras dificuldades, preocupações e urgências não é um trabalho de pesquisa árduo. Seria credível, se estes arqueólogos, que se limitam a conhecer o país fechados no seu gueto da capital são-tomense, abrissem os olhos na realidade profunda do país e não chegassem aos locais com um aviso prévio de chegada.