Tudo começou em 1914 com a Casa do Chumbo de António Carlos, o meu bisavô.
Então, no nº 184 da Rua da Boavista, em Lisboa, comercializavam-se tubos de chumbo para canalizações, azulejos, louças sanitárias e torneiras.
A segunda geração incidiu o seu negócio na parte de exteriores da casa de banho, começando a loiça sanitária e os ladrilhos a representarem o maior sucesso e aceitação pelo público.
Em 1955, o meu avô marcou a diferença perante a concorrência, ao começar a expor pequenas casas de banho na loja. A novidade teve tanta importância que foi retratada pelo pintor Rogério Amaral em aguarelas, ainda expostas na actual loja.